domingo, 31 de outubro de 2021

O que é a cultura do cancelamento? E como acabar com ela!

O que é a cultura do cancelamento?

Já ouviram falar da Cultura do cancelamento? Se sim ok, e vamos então combate-la, e agora se não saiba aqui o que é.

Bem.. A cultura do cancelamento na verdade todo mundo sabe o que é, porém ela apenas mudou de nome, e antes se chamava "Boicote", agora é "Cancelamento". Isso se dava quando por exemplo alguém famoso {Seja no meio artístico, político ou empresarial} cometia alguma atitude reprovável diante dos olhos das pessoas e essa pessoa famosa ou empresa, instituição e etc., acabava sofrendo um boicote, que embora muitas das vezes não era o seu fim, mas acaba por prejudicar o autor da atitude reprovável ali mesmo.

Até aí tudo bem, pois quando uma instituição ou pessoa tem uma atitude reprovável um boicote é sim válido. O problema é quando qualquer coisinha que a pessoa faz vira sinônimo de boicote, aí neste caso acabamos por chamar de "Cancelamento", ou "Cultura do cancelamento". E isso se dá quando por qualquer coisinha que uma pessoa por exemplo fala e que não agrada alguns tipos de pessoas {Porque a grande maioria das pessoas ainda bem que não se importam com isso} acaba sendo duramente questionada ou reprimida. Por exemplo esses dias atrás um jogador de vôlei disse algo que desagradou algumas pessoas e logo em seguida fizeram um alarme todo e o jogador acabou por ser dispensado. Além disso a Cultura do cancelamento pode ser prejudicial até mesmo quem é adepto dela, como por exemplo um apresentador de TV que hoje critica duramente quem tem suas opiniões e desagrada algumas pessoas, foi dar lição de moral, até que as pessoas acharam publicações antigas dele em redes sociais em que ele fazia piadas com pessoas LGBTs. E questionado ele deu uma desculpa sem graça dizendo que hoje "Piadas matam". O ator Bruno Gagliasso que também é adepto da cultura do cancelamento e foi dar lição de moral no influenciador Júlio Cocielo quando o mesmo fez uma piada a um jogador negro, também foi vítima da própria cultura do cancelamento quando acharam publicações preconceituosas dele em suas redes sociais em 2009.

E como acabar com a Cultura do cancelamento?

É muito simples, basta você ter sua opinião de forma intransigente que com o passar do tempo ninguém mais vai querer te questionar sobre suas opiniões ou até mesmo tentar de boicotar. Mas é claro, desde que sua opinião seja uma opinião correta. E claro que não estou falando apenas de opinião, e sim de qualquer coisa que não seja frescura. Por exemplo: Se você fizer uma piada de algo {Óbvio que não se pode fazer piada de algumas coisas} Mas se você fizer alguma piada, dentro da normalidade, e mesmo assim vierem te questionar, te criticar não volte atrás, simplesmente prossiga, porque você não fez nada de errado.

É claro que quando se envolve dinheiro na parada fica mais complicado de você falar o que pensa. Por exemplo, um atleta que é patrocinado por uma empresa não pode falar qualquer coisa que pensa, porque muita das vezes ele pode perder o patrocínio. E não só o atleta, como também outros tipos de profissionais. É claro que nesses casos o certo a se fazer é você evitar expor por conta própria opiniões suas que as vezes desagradam certos grupos.

Notícias Rápidas - Fafá de Belém fala em envenenar Bolsonaro

 

Fafá de Belém fala em envenenar Bolsonaro.

Até onde vai o ódio das pessoas quando não aceitam o resultado das eleições? Para muitos artistas o fim justifica os meios, e foi o que fez recentemente a cantora Fafá de Belém, que sugeriu botar veneno na comida do presidente Jair Bolsonaro. É claro que Bolsonaro errou, mas desejar a morte do cara aí já é demais, e o que muita gente não sabe é que muitos artistas que dizem se preocupar com o povo na verdade eles estão preocupados mesmo é com o bolso deles. Porque desde que Bolsonaro assumiu o governo federal o financiamento de artistas com o dinheiro público através da Lei Rouanet, e também de outros meios, como por exemplo quando artistas faziam propagandas de empresas estatais antigamente {Como por exemplo quando a atriz Camila Pitanga que é membro do PT, fazia propaganda na televisão da Caixa, um banco estatal. E adivinha quem estava no poder naquela época? O PT} E muitos artistas estão revoltados simplesmente por isso,  e é essa a raiva que eles tem de Bolsonaro. É claro que não estou aqui defendendo o Bolsonaro, pois o O Correio do Capricho é imparcial, porém como imprensa a gente tem que defender o certo e expor para o povo a realidade, e a realidade infelizmente é essa.

Porque ninguém comemora mais o Natal?

Porque ninguém comemora mais o Natal?

Desde pequeno sempre gostei do Natal, sempre gostei das festas de Natal, enfeites natalinos, e claro... Reuniões em família. Porém nos últimos anos eu percebi que as pessoas estão cada vez menos enfeitando suas casas com o Natal ou ainda comemorando o Natal, e isso é uma pena, pois parece que o mundo deu uma esfriada nas relações humanas nos últimos tempos. Não sei exatamente o que é isso, mas espero que as pessoas voltem com essas tradições tão lindas.

Esses dias atrás eu passei numa rua em frente a uma paróquia de Nossa Senhora Aparecida no bairro Cidade Nova, e em frente tinha uma casa com um enfeite leve de Natal em um pinheiro natural no jardim da casa. E então passei pensar e a lembrar da falta das pessoas pelo Natal, uma festa tão linda, cujo foco central é o nascimento de Cristo. É claro que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro né, porém o Natal é apenas um ato simbólico como representação do nascimento de Cristo.

E nem me venha falar que o Natal é uma festa pagã e etc e tal. Deixa sua ignorância de lado, porque eu sei que você sabe da verdade e não precisa distorcer os fatos. Pois sim, a no dia em que se comemora o Natal era o dia em que acontecia uma festa pagã. Porém para acabar com essa festa pagã, foi instituído o Natal no lugar da festa pagã e no dia em que acontecia essa festa pagã. Ou seja... Aconteceu uma substituição a uma festa pagã. Resumindo... O Natal não é uma festa pagã, é apenas um simbolismo do nascimento de Cristo.

Os 504 anos da Reforma Protestante

Os 504 anos da Reforma Protestante.

Sim, hoje é muito conhecido no Brasil e em várias partes do mundo como o "Dia das Bruxas", onde muita gente se fantasia, faz festa e etc. Porém hoje também é uma data que marca um acontecimento muito importante, que impactou muito o mundo ocidental nos últimos séculos. Pois trata-se da Reforma Protestante, um movimento de cunho religioso cristão iniciado pelo ex padre alemão Martinho Lutero, no início do século XVI. Pois isso fez com que acontecesse uma divisão na Igreja Católica e desse origem a Igreja Evangélica, pois até então no mundo ocidental a Igreja Católica ainda era a única igreja cristã presente.

O começo

A religião Cristã tem seu início logo nas primeiras décadas do século I, logo após a morte de Cristo e segundo algumas fontes a igreja cristã começou com a própria Igreja Católica, sendo a própria igreja considerando sua data de fundação o ano 30 do século I logo após o evento de Pentecostes, porém como já disse em um outro artigo o nome "Igreja Católica" só apareceu em documentos pela primeira vez somente no ano 98 do século I, através de santo Inácio de Antioquia.

A Igreja Católica {Também conhecida hoje em dia principalmente pelos evangélicos como Igreja Primitiva} em seus primeiros 300 anos sofreu perseguição por parte do Império Romano, até que em 311 cessaram as perseguições, e em 325 aconteceu uma grande mudança na Igreja: O Concílio de Nicéia, que na verdade estava discutindo mais sobre o Arianismo do que outra coisa. Porém logo após esse evento, a Igreja passou a fazer parte do dia a dia do Império, além também é claro... De serem incrementados alguns elementos da cultura romana na Igreja, que vão desde a vestimenta dos papas, bispos e etc., até a implantação de veneração aos mártires da Igreja que são conhecidos como "Santos". Em 431 em um concílio Maria foi proclamada Mãe de Deus e também passou a ser venerada pela Igreja, e que foi um ponto de discordância dos evangélicos muitos séculos depois.

Porém nesta mesma época já haviam pessoas que estavam sendo contra a Igreja se juntar ao Império Romano, pois estava perdendo a sua essência pura dos tempos primitivos, e daí surgiram então os Monges, que tem como objetivo seguir uma vida cristã mais pura segundo eles.

A primeira cisão

Os tempos passaram, o Império Romano se dividiu em dois no ano de 395 e passou a ter duas capitais: Roma e Constantinopla {Atual Istambul}. E assim como o Império, a Igreja também digamos que começou a se dividir, com certas rivalidades entre o Bispo de Roma {Verdadeiro título do Papa, pois "Papa" é apenas um apelido} e o Bispo de Constantinopla {Que atualmente após a separação da Igreja Católica é chamado hoje em dia de "Patriarca}. Porém a Igreja ainda continuou unida, até que.... Em 1054 aconteceu oficialmente a primeira cisão da Igreja Católica em que se originou então a Igreja Ortodoxa, cujo nome significa "Igreja da Opinião Correta". Porém por essa cisão ser bem menos traumática, a Igreja Ortodoxa ainda sim manteve algumas características bem semelhantes a Igreja Católica como a veneração aos santos, Maria, missas, eles também tem padres, bispos e etc. Tanto que hoje em dia ela é as vezes chamada de "Igreja Católica Ortodoxa" ou "Católica Oriental", por se fazer presente nos países da Europa Oriental, tais como Rússia, Bielo Rússia, Romênia, Hungria, entre tantos outros.

1517.... Chega o momento

Com o passar dos séculos a partir do século IV a Igreja Católica passou por grandes problemas de corrupções e erros e se fez bastante presente na Idade Média por parceria com Reinos e Impérios onde através desses estados teve muito poder. Até que no início do século XVI o então monge Martinho Lutero que havia acabado de se tornar padre começou a perceber os erros e corrupções da Igreja Católica, principalmente com relação as vendas de indulgências que a igreja vendia para os fiéis para arrecadar dinheiro na construção da atual Basílica de São Pedro. E também pelo fato de a Bíblia está escrito somente em Latim na época, onde também grande parte do povo não sabia ler e não tinha acesso a Bíblia.

Percebendo todos esses erros, Martinho Lutero tentou reformar a Igreja porém não obteve apoio. Foi então que em 31 de outubro de 1517 Martinho Lutero pregou uma lista conhecida como "95 Teses" na porta de uma igreja da cidade de Vitenberg, Alemanha, o que escandalizou a Igreja. Martinho foi convidado a se retratar, passou por um tribunal, mas se recusou a negar sua opinião. E como ele corria o risco de ser bem perseguido pela Igreja, ele acabou obtendo apoio de príncipes alemães que já estavam por aqui com a Igreja na época, e isso salvou Lutero. Foi então que sob a proteção de um príncipe, Lutero traduziu dentro de um castelo a Bíblia. E como naquela época fazia pouco tempo que a imprensa havia sido inventada, a Bíblia logo começou a ser distribuída em diversas regiões e países com a língua local, tanto que hoje é o livro mais vendido do mundo.

Em 3 de janeiro de 1521, Martinho Lutero foi expulso da Igreja Católica, e logo em seguida ele fundou a Igreja Luterana, dando início a Igreja Evangélica, ou Protestante. A Igreja Luterana se espalhou e se fez presente em vários países do norte da Europa, tais como: Alemanha, Dinamarca, Suécia, entre outros. Logo em seguida o rei da Inglaterra, Henrique VIII também rompeu com a Igreja Católica e fundou a Igreja Anglicana, logo vieram a Igreja Calvinista, depois a Batista, depois a Presbiteriana, depois a Metodista, depois a Adventista, depois a de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, entre outras, dando início a expansão da Igreja Evangélica.

O movimento Pentecostal

O movimento Pentecostal surgiu em 1908 nos Estados Unidos, num evento conhecido como "Avivamento da rua Azuza" através do pastor William Seymour, que segundo eles sentiram a manifestação do Espírito Santo, dando origem tempos das igrejas pentecostais, cujas primeiras foram a Assembléia de Deus e Congregação Cristã, fundadas entre os anos de 1910 e 1911. Com o passar do tempo o movimento Pentecostal foi crescendo, porém nas primeiras décadas muito lento, tanto que em 1940, 95% dos brasileiros eram católicos, em 1970 esse número era de 90%, em 1980 era de 83%. Somente a partir dos anos 90 que a Igreja Evangélica começou a crescer muito no Brasil e o responsável por esse crescimento é o movimento Pentecostal, que vem ganhando força nos últimos anos, não só no Brasil, como pelo menos na América Latina. E segundo dados de 2020 cerca de 50% dos brasileiros são católicos e os evangélicos são 31%, e segundo as estatísticas o número vai aumentar. E grande parte dos evangélicos são Pentecostais, tanto que somente a Assembléia de Deus, que é a maior igreja evangélica do Brasil e também a maior Pentecostal do país tem cerca de 22 milhões de membros espalhados em seus diversos ministérios, dentre eles os famosos Ministério Madureira e o Ministério Belém.

Atualmente

504 anos depois da Reforma, a Igreja Evangélica é considerada hoje como sendo o segundo maior grupo cristão do mundo, com cerca de 500 milhões de membros e todo o mundo, e os países onde a Igreja Evangélica são maioria são: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Suécia, Dinamarca, Noruega, entre tantos outros. O Brasil os evangélicos ainda não são maioria como nos países citados, porém são bem expressivos e vem crescendo muito nos últimos anos, e segundo as expectativas nas próximas décadas talvez se tornem maioria no país.

domingo, 17 de outubro de 2021

Azul de menino e Rosa de menina! Nem sempre foi assim!!

Azul de menino e Rosa de menina! Nem sempre foi assim!

Quando você ler muito e gosta de conhecimento, em especial quando você gosta de ler de tudo um pouco, você acaba descobrindo coisas um tanto quanto diferente, como por exemplo: Que o salto alto era um acessório masculino! Que o Rosa era uma cor de menino e o Azul uma cor de menina!. Confira aqui algumas dessas curiosidades.

Azul e Rosa

Sim, foi como você viu no começo desse artigo, que o rosa era uma cor de menino e o azul uma cor de menina. Antigamente o azul era uma cor de menina porque segundo a tradição é considerada a cor da Virgem Maria, a mãe de Jesus, então essa cor passou a ser associada as meninas. Já o rosa, era uma cor de menino porque ela era considerada uma espécie de "Vermelho infantil". Porque o vermelho era um símbolo dos homens por representar o sangue derramado nas guerras, e não sei porque, mas o rosa passou a ser considerado um vermelho infantil e por isso passou a ser associado aos meninos.

E tudo isso durou até os anos 30, quando se não me engano a publicidade quando foi fazer propagandas de produtos infantil passou a associar o azul aos meninos e o rosa as meninas, e como a mídia tem o poder muito grande de influenciar as pessoas, com o passar dos anos o azul passou a ser visto como a cor dos meninos, e o rosa passou a ser vista como a cor das meninas.

E durante muito tempo isso ficou, tanto que até uns 20 anos atrás era um preconceito mortal um homem andar com uma roupa ou um acessório rosa. Mas nos últimos anos esse preconceito vem sendo quebrado e já é mais aceitável e muito comum que homens usam acessórios rosa. E aliás, tem muita mulher que gosta da cor azul e homens que gostam da cor rosa. Eu particularmente gosto muito do roxo, e também do azul, e considero o rosa uma cor muito enjoada e até feia. Mas o lado bom é que hoje em dia não tem mais esse preconceito com homens que usam roupas ou acessórios rosa.

Vale a pena casar?

Vale a pena casar?

Hoje em dia existe uma espécie de amor e ódio ao casamento por parte das pessoas, tanto homens quanto mulheres. Mas no fim das contas o que percebi é que todo mundo quer casar. A diferença, é que o homem quer casar geralmente lá pelos seus 28, 30 anos ou mais, enquanto que a mulher geralmente quer casar muito cedo {Pelo menos as tradicionais, hehehe}. Mas essa birra contra o casamento por parte das pessoas vem de todos os lados, desde comentários das pessoas no dia a dia, piadas e até memes em redes sociais. Eu particularmente já ouvi muita gente que já foi casada falar pra mim que casamento não compensa, que perderam uma parte boa da vida, que isso ou aquilo outro. Mas então porque muita gente tem essa crítica contra o casamento?
Bem... São vários os motivos. Primeiro deles é que hoje em dia aliás.. Desde a algumas décadas foi colocado na cabeça das pessoas de que ser solteiro é bom, é libertador {De fato é mesmo}, porém foi colocado na cabeça das pessoas que ser solteiro é melhor do que ser casado, que a mãe solteira pode ficar com o homem que ela quiser, e se um homem solteiro não querer casar com uma mãe solteira isso é machismo. E um dos maiores propagadores de tudo isso foi a televisão, que diariamente em seus programas, novelas e filmes mostram casais problemáticos, traição, entre tantas outras coisas.
É claro que não tenho nada contra a televisão, pois acho até que a televisão se for bem usada, ela é um ótimo instrumento de educação e comunicação, porém infelizmente nas últimas décadas a televisão foi usada muitas vezes para propagar práticas nada legais.
É claro que também não estou defendendo que todo mundo tem que casar cedo, pois eu por exemplo não vejo casado com 20 anos de jeito nenhum {Hoje tenho 28 anos}. E tenho vontade de me casar, mas não é minha prioridade agora, a não ser que eu encontrar uma mulher que me interessa muito, mas caso contrário estou bem tranquilo, tanto que quero ter filhos só daqui a alguns anos ainda, mesmo que eu casasse agora.
O que estou analisando aqui é a hipocrisia do povo em criticar o casamento, sendo que no fundo no fundo o que a imensa maioria deles quer é casar. Eu nunca fui casado, mas acredito que o casamento é bom, e fiz esse artigo baseado em experiências com pessoas que eu conheci que já foram casadas e falaram mal do casamento, e o argumento da maioria delas é que deveriam ter aproveitado mais a juventude.
E é claro, que devemos sim dependendo do caso aproveitar a juventude. Por exemplo: Se você é jovem, tem seus 19, 20 anos e ainda não arrumou alguém especial, aproveite a vida {Mas com moderação}, até achar alguém especial. Agora se você nesta mesma idade ou qualquer outra idade jovem já arrumou uma pessoa especial, tenta lutar pelo casamento, mas caso aconteceu de você chegar aos 29, 30 anos ou mais e ter se separado, paciência... Não precisa atacar o casamento, hahaha, vida que segue!!

terça-feira, 12 de outubro de 2021

Porque o Império Romano durou tanto tempo?

Porque o Império Romano durou tanto tempo?

Provavelmente você já ouviu muito falar do Império Romano não? Seu legado até os dias atuais é bem diverso, tanto culturalmente quanto também no idioma, pois seu idioma, o Latim originou línguas como o Italiano, Português e o Espanhol, além também de ter certas influências em outras línguas como o Inglês. Tendo sido fundado em 27 a.c. por Augusto, seu primeiro imperador, e tendo durado até o ano de 476 {Pelo menos a sua parte Ocidental}, porque o Império Romano durou tanto tempo? Enquanto que outros impérios como o Império do Brasil durou 67 anos, o Império Alemão durou 47 anos, o Império Austro Húngaro, que durou 51 anos, e até mesmo o Império Russo que teve uma duração relativamente longa durou cerca de 196 anos.

Bem... São vários os fatores que levaram o Império Romano a durar tanto tempo {Cerca de 500 anos}. Mas alguns dos principais deles são: A força, pois o Império Romano provavelmente era o império mais poderoso do mundo em sua época, mesmo já existindo o Império Chinês, mas que não chegou a conquistar tantas terras e povos diferentes como o Império Romano. Outro fator também é o fato do Império Romano ter sido criativo em diversas áreas, como por exemplo criar o primeiro sistema de previdência pública do mundo. Também sua organização administrativa com uma baita hierarquia, o que também ajuda muito. E um outro fator extremamente importante: O de preservar as culturas dos povos conquistados.

Sim, isso mesmo, uma estratégia muito interessante, que acredito até que seja a principal delas que fez com que o Império Romano durasse tanto tempo foi a de preservar as culturas dos povos conquistados. Afinal de contas dentro do império viviam povos bem distintos como os Bretões {Atuais ingleses}, Gauleses {Atuais franceses}, Judeus e Árabes. A única coisa que o império fazia era cobrar impostos desses povos, e contando com que eles pagassem os impostos, poderiam praticar suas culturas, e isso ajudou e muito o império ter durado tanto tempo. Tanto que inclusive o Império Otomano, que praticamente ocupou e conquistou os mesmos territórios que o Império Romano {Exceto a Europa Ocidental} também usou a mesma estratégia. Tanto que embora fosse islâmico, dentro do Império Otomano viviam católicos, ortodoxos, judeus, armênios, árabes, entre tantos outros povos e culturas, contando com que eles pagassem seus impostos, e o resultado disso tudo foi de que o Império Otomano durou pouco mais de 600 anos {de 1299 até 1923}.

E o que de fato levou o fim do Império Romano foram as constantes invasões de povos bárbaros, que eram como os romanos chamavam os povos que viviam no norte da Europa e começaram a invadir seu território aos poucos, principalmente a partir do século V.

Editorial - Porque a monarquia seria a solução para o Brasil?

A monarquia seria a solução para o Brasil devido a mentalidade de veneração que o brasileiro tem. Nos últimos 12 anos, é fato que o brasilei...